segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Chuva

O vento anunciou que lá vêm,
Relâmpagos e trovões como se fossem trens
Com suas luzes e explosões para anunciar
Um belo espetáculo vindo do mar.
Para toda a sujeira da terra limpar
E todas as almas purificar.

Tudo isso é: Chuva.

A única que chega sem pedir,
sem medir,
simplesmente vêm e jamais tem hora marcada para partir.

Então caia sobre mim.
Por que o bem que consegue fazer,
é imensurável.
Pedro Ignácio Vidal

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